Rato virtual na aula de Psicologia

Durante as aulas de Psicologia Geral e Experimental os alunos da Faculdade Cambury contam com laboratório para aprofundarem os estudos sobre behaviorismo.  

Amanda Costa

Os alunos do 5º período de Psicologia estão amando as aulas com o ratinho virtual. Afinal, eles conseguem por meio da instrução da professora desvendar aspectos sobre o comportamento e a conduta humana. Ou seja, aspectos teóricos conceituado por Skinner sendo aprendidos na prática.

A aluna Elna Santos Araújo estava entusiasmada com o novo método de estudo até nomeou de Rose, a sua ratinha virtual.  “Acho que esse experimento vai trazer pra gente as respostas de que realmente o ser-humano é influenciado pelo meio ambiente que vive”.

“Então, o ratinho ele vem pra mostrar as teorias que foram propostas pelo Skinner, no Behaviorismo radical, que estuda os comportamentos. Aqui no laboratório a gente estuda os princípios básicos de reforço, punição, discriminação e generalização respondentes e operantes. O estudo com o ratinho virtual tem o mesmo formato com o ratinho de verdade”, explica a professora Lígia Bou Karim.

Durante a aula; os alunos ensinam o ratinho como usar a barra, através do princípio de reforço e de condicionamento operante. O rato virtual precisa pressionar a barra para obter comida. Isso funciona com a gente também no dia a dia, afinal trabalhamos para obtermos no pão de cada dia.

Afinal, o que é behaviorismo?

behaviorismo surgiu como oposição ao funcionalismo e estruturalismo, e é uma das três principais correntes da psicologia, juntamente com a psicologia da forma (Gestalt) e psicologia analítica (psicanálise).

Skinner criou, na década de 40, o Behaviorismo Radical, como uma proposta filosófica sobre o comportamento do homem. Ele foi radicalmente contra causas internas, ou seja, mentais, para explicar a conduta humana e negou também à realidade e a atuação dos elementos cognitivos, opondo-se à concepção de Watson, que só não estendia seus estudos aos fenômenos mentais pelas limitações da metodologia, não por eles serem irreais. Skinner recusa-se igualmente a crer na existência das variáveis mediacionais de Tolman. Em resumo, ele acredita que o indivíduo é um ser único, homogêneo, não um todo constituído de corpo e mente.

Fonte: infoescola.com

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