Psicologia Esportiva é valorosa

Alunas do 1º período do curso de Psicologia da Faculdade Cambury fizeram pesquisa no Goiás Esporte Clube. Essa PCA – Prática Cambury de Aprendizagem foi campeã no último Círculo do Conhecimento. O objetivo do projeto foi acompanhar o cotidiano da psicóloga esportiva da categoria de base do clube.

É comum ouvir grandes atletas e treinadores afirmando: “temos que nos preparar psicologicamente para esta partida”. Como também ouvir que “fisicamente o time está bem, mas psicologicamente vem passando por dificuldades”. Quem nunca ouviu: “temos que elevar a moral para virarmos o jogo”! Percebeu como é importante ter um profissional da psicologia junto à equipe de atletas?

Para quem não sabe a psicologia do esporte é uma nova ciência do treinamento esportivo. Ela vem prestando importantes contribuições para a melhora do desempenho de atletas e equipes. Muitos pesquisadores garantem que o sucesso de um atleta está atribuído ao controle emocional. Portanto, dar aos atletas respaldo psicológico é tão importante quanto uma alimentação balanceada, programada por nutricionista.

Segundo a psicóloga do Goiás, Letycia Falcão [observada durante a PCA] muitos jogadores não aceitam as derrotas nas competições. “Aliás, é tão difícil lidar com os fracassos, como é lidar com o sucesso no universo esportivo”. Para ela ambos são delicados e é necessário o equilíbrio. Mas, com certeza a derrota  é algo a ser internalizado com mais responsabilidade, complementa.

Mirelle Ivy Diniz Miotto é a primeira da direita para a esquerda

PCA Psicologia Esportiva

Durante a PCA, as alunas do curso de Psicologia da Cambury observaram o quão é importante o trabalho do psicólogo. A  atuação desse profissional torna a equipe técnica e os atletas mais motivados, eficientes, competentes e efetivos. Em alguns países, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e vários da Europa, a intervenção psicológica é parte integrante do planejamento das equipes e a presença do profissional da psicologia do esporte é tão comum quanto a do técnico, assistente técnico, preparador físico e médico. No Brasil, entretanto, essa realidade ainda está distante.

De acordo com a aluna Mirelle Ivy Diniz Miotto o modelo de ensino da Cambury ajuda no contato com a prática profissional desde o início do curso. “Dessa forma, já sabemos lidar com os desafios da profissão e colocando toda base teórica em ação. Teoria e prática andando juntas são fundamentais para o mercado de trabalho de hoje. A Cambury está a frente com este incentivo”, afirma.

Resistências

Mesmo com toda a importância da atuação do psicólogo nos treinamentos, muitos clubes de futebol insistem na não contratação desse profissional para a composição da equipe técnica. Pois, infelizmente a sociedade ainda tem alguns preconceitos e um deles é de que o psicólogo deve cuidar somente de quem tem algum problema mental grave.

“Como o futebol é um esporte ainda masculino, penso que é mais difícil para o homem reconhecer alguma fragilidade”, explica Mirelle. Na concepção da estudante dá para ter esperança de mudanças, pois na base do Goiás Esporte Clube, por exemplo, a aceitação dos adolescentes e da equipe técnica é bem sucedida. A estratégia tem sido conquistar a confiança, a amizade de cada um ali, porque é preciso haver uma conexão com o profissional para só depois poder aplicar o conhecimento.

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