Gastronomia funcional: um prato cheio de saúde

Nunca a gastronomia associada à saúde foi tão reconhecida. Virou tendência, assim como o boom que estamos presenciando de programas de televisão, revistas e livros voltados para a culinária.

 

Na deliciosa história da alimentação humana, o sabor foi um fator decisivo para o desenvolvimento da arte de comer e beber. Com a utilização de condimentos e da harmonização descobrimos a arte da gastronomia e aliamos os prazeres à mesa com a sua função principal, que é a manutenção da saúde do organismo.

Paralelo a isso, vieram as grandes transformações do século XX e os desafios de alimentar grandes populações urbanas, trazendo a comida enlatada, congelada e rápida. Mais opções, mas menos nutritivas. O que estamos novamente presenciando é uma revolução alimentar, porém, dessa vez no sentido espiral. Um resgate a tradição, ao sabor e a nutrição consciente.

As primeiras pesquisas sobre alimentos que evidenciavam algum benefício à saúde foram de caráter epidemiológico. No início do século passado, Thomas Latimer (Peter) Cleave (1906-1983) pesquisou os efeitos negativos do consumo de carboidratos refinados para a saúde (principalmente açúcar e farinha branca), que não estariam disponíveis durante a evolução humana primitiva.

Em 1977, ele já dizia para a revista americana Time Magazine que “o homem é o que ele come”, parafraseando um antigo provérbio, que provou ser profético anos mais tarde. Portanto, cardápios balanceados fortalecem o organismo no processo da cura e exploram componentes químicos vitais para a funcionalidade dos alimentos: carotenoides, flavonoides, ácidos graxos como ômega-3, probióticos, fibras, dentre outros.

Dicas:

–  Escolha frutas e vegetais da estação colhidos na fase completamente madura;

–  Dê preferência para alimentos orgânicos, preparados crus, assados ou no vapor, evitando longos períodos de fervura.

Fontes: Mundo Boa Forma e Essential Nutrition 

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