Cheirinho de disputa no ar

Suely Carla Finatti, aluna do curso de Gastronomia da Faculdade Cambury irá participar do concurso de panificação do Enchefs Goiás 2018. A disputa ocorre hoje a partir das 17h30, no laboratório de panificação.

Amanda Costa

Olhos atentos e paladares aguçados será a descrição que permeará o júri do concurso de panificação do Enchefs Goiás. Vários participantes trarão novidades, criatividade e ingredientes que enfatizem a sustentabilidade e o nosso regionalismo. Dentre os candidatos ao prêmio estará a nossa aluna do 4º período, Suely Carla de Souza Finatti. Ela que já conta até os segundos para esse momento mágico.

“A receita é minha. Confesso que é uma receita de pão normal com várias adaptações. Fui dando sabor a ela com uso da casca e polpa da banana”, explica. Tem vários outros itens típicos da cultura goiana, que incrementam o pão – mas, isso é segredo.

Suely Finatti diz que está confiante, apesar do friozinho na barriga. Questionada sobre inspiração ela afirma que os próprios ingredientes são inspiradores. “A gastronomia para mim se tornou a minha vida. É minha terapia!”, diz emocionada.

“O pão era uma coisa que ela adorava fazer, o cheiro do pão assando trás ótimas lembranças”!

Agora o mais emocionante é a homenagem que ela quer fazer caso ganhe o concurso de panificação do Enchefs Goiás a sua mãe já falecida. “O pão era uma coisa que ela adorava fazer, o cheiro do pão assando trás ótimas lembranças”!

História da panificação

A panificação é talvez uma das artes culinárias mais antigas e sua história permeia a própria história da humanidade. Os primeiros relatos sobre a produção e consumo de pães pelo homem, datam de 8.000 a.c., quando uma massa de farinha de trigo (obtida pela moagem rudimentar com pedras) misturadas à água, eram cozidas em pedras aquecidas.

Dois mil anos depois, a receita viajou até o Egito, no Crescente do Nilo, onde ganhou o processo de fermentação, ficando mais macio e palatável. Após descoberto o princípio da fermentação, explorado até o século XX, os padeiros começaram a incluir algum fermento comercial para acelerar e potencializar a capacidade de fermentação de sua esponja ou pré-fermento.

Podemos dizer que o pão, como o conhecemos hoje, nasceu no norte africano. Egito, este que era escravocrata e alimentava os escravos com o pão: os escravos egípcios recebiam, por seu dia de trabalho, três pães e dois cântaros de cerveja. Foi em Israel que a profissão de panificador se institucionalizou e, o que antes era uma receita caseira, então se tornava ofício de padeiros.

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