Afinal, o que é Big Data?

Big Data é um conceito que descreve o grande volume de dados estruturados e não estruturados que são gerados a cada segundo. Além de celulares e TVs temos as mídias sociais que geram a todo tempo informações majoritariamente públicas. Hoje já é realidade a existência de carros e geladeiras conectados entre si e gerando ainda mais dados para serem processados e transformados em informações úteis.

O termo Big Data é tão amplo quanto seu nome sugere. Para contextualizá-lo e dar sentido a ele, caro leitor, segue uma breve explicação: nós vivemos em uma Era em que, a (apenas) cada um ano e meio, se gera a mesma quantidade de dados já criados pela humanidade em todos os tempos.

Essa época atual, de geração de volumes incomensuráveis de dados por empresas, pessoas e aparelhos, é chamada de a Era de Big Data. O termo Big Data também corresponde à própria quantidade absurda de dados gerados atualmente – os “Grandes Dados”.

A possibilidade de fazer uso dessas informações para obtermos insights preciosos dá um salto para negócios que querem estar à frente dos seus concorrentes. Afinal, é possível obter informações de mercado por meio de nossos consumidores, extraindo o que eles estão dizendo sobre tudo o que você faz. Insatisfações, satisfações, desejos, necessidades entre outros, são possíveis de captar em mídias sociais e cruzar com dados internos de sua empresa e assim criar esses insights.

A essência do conceito está em gerar valor para negócios. Quanto mais dados temos, maior o esforço de processamento para gerar informações. Sendo assim, a velocidade para obter a informação faz parte do sucesso que o Big Data pode proporcionar em sua empresa.

Dados estruturados e não estruturados

Os dados estruturados são aqueles que possuem uma estrutura determinada, com categorias e definições, como localização, vendas e informações sobre o perfil de clientes, contatos entre outros.

Dados estruturados são encontrados nos bancos de dados que, para armazenar qualquer dado, precisam ter muito bem definidos onde cada informação estará. Softwares de empresas como  CRM, sistemas financeiros, sistemas de RH entre outros possuem dados estruturados.

Já os dados não estruturados são os mais complexos de se trabalhar, pois não existe neles uma estruturação sequer, sendo necessária intervenção humana para sua preparação. Estamos falando dos dados de mídias sociais, como YouTube, Facebook, Instagram, portais de notícias etc. Todas essas mídias que citamos lidam com dados em vídeos, imagens, textos e até mesmo áudio, por isso a complexidade para o tratamento desses dados é maior.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, ainda em 2013, já revelava o poder de Big Data nas empresas modernas. O levantamento, feito com 1.144 gestores de 95 países (incluindo o Brasil) mostrou que 53% das organizações já utilizavam Big Data para compreender e melhorar a experiência do cliente. Até ligas esportivas, como a NBA, têm feito isso.

Mercado

O mercado de Big Data está repleto de oportunidades que podem ser aproveitadas por diversos profissionais, em especial o de Marketing.

É bom que saiba que está crescendo o número de empresas à procura de profissionais analíticos para explorarem não apenas o Big Data, mas também com o objetivo em obter informações importantes sobre mercados em primeira mão.

Fique atento às oportunidades em empresas de tecnologia, educação, marketing, publicidade e startups. Esses mercados estão amadurecendo cada vez mais sobre o tema e exigindo profissionais para ajudá-los a sair na frente.

Por isso, não deixe de se qualificar estudando sobre o tema Big Data. Venha fazer Marketing na Faculdade Cambury, pois assim você terá um grande diferencial em comparação a outros profissionais do mercado.

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Fonte: bigdatabusiness.com.br