Adolescentes e as tecnologias digitais

*Larissa Ferlin

A internet está cada vez mais presente na vida dos adolescentes. A qualquer hora é possível visualizar um jovem com um smartphone jogando, zapeando ou mesmo visualizando fotos do Instagram.  A imersão que eles fazem no mundo virtual é tamanha, que os afastam do mundo real. Essa problemática tem sido estudada na Escola de Psicologia da Faculdade Cambury. Além de estudos passamos a produzir artigos com o objetivo de gerar reflexões.

Sobre adolescentes e tecnologias digitais, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil apresentaram dados que indicam que em uma totalidade de 34, 1 milhões de jovens entre 10 e 19 anos aproximadamente 81% acessam a internet todos os dias. Isso mostra o quão presente e influente está à internet na vida desses jovens brasileiros. Entretanto, pesquisas indicam que o uso excessivo das tecnologias digitais e da internet afetam os jovens de forma cognitiva, social e afetiva.

Primeiro é importante pontuar, que é importante a família manter uma relação aberta, comunicativa e respeitosa com o adolescente sobre o assunto. Pois, só assim ele irá expressar as suas emoções e opiniões livremente. Diante disso, a família deve observar as atividades dos filhos tanto no real, quanto no virtual. Essa observação é fundamental para balizar o uso das tecnologias digitais. O excesso é o prejudicial e poderá alterar a relação familiar.

É sabido que o uso demasiado da internet pode provocar diversos problemas comportamentais e sociais na fase da adolescência. Esses jovens podem adquirir o vício pelas redes sociais, o que podem gerar: a separação do convívio social, solidão, depressão, ansiedade e alteração da sua cognição (processo de adquirir conhecimento).

O psicólogo em conjunto com a família e os educadores são fundamentais para evitarem vários tipos de sofrimentos. São esses profissionais responsáveis por criarem estratégias para que os adolescentes usem com consciência as tecnologias digitais, levando em conta o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo mantendo um equilíbrio entre o social e o virtual.

A articulista é aluna do 4º período do curso de Psicologia da Faculdade Cambury

*Larissa Ferlin – é acadêmica do curso de Psicologia da Faculdade Cambury.

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