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09 nov VII Saber Jurídico – 1º dia

O primeiro dia do VII Saber Jurídico foi um sucesso e representou um dos motivos pelo qual o curso de Direito da Cambury é nota 4 no MEC, bem como a Instituição. Dentro do tema: “Direito, Internet e Inovação: repercussões sobre os direitos fundamentais”, os palestrantes expuseram opiniões que chamaram a atenção do público.

Pela manhã os painelistas abordaram “A proteção de dados pessoas como um Direito Fundamental” e “O mau uso do celular na ambiente de trabalho”, respectivamente, por Marco Aurélio Rodrigues da Cunha e Cruz e Thiago Jácomo. Os alunos, atentos, elogiaram o evento, bem como sua organização. “Já estou com a data marcada do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso” e pensando na formatura, mas não deixo de participar, é muito importante para nós, estudantes”, afirma Brasil Sales, que esbanja saúde e disposição, no 10º período, aos 76 anos.

A artista plástica Zezé Borges está no penúltimo semestre e afirma que sempre participou do Saber Jurídico. Segundo ela, é um momento importante para adquirir novos conhecimentos e trocar experiências. “Desde a primeira edição eu me dedico muito a esse congresso, é sempre interessante e a Cambury traz profissionais de renome”, reflete.foto_saber3

O advogado e jornalista Thiago Jácomo, mestre em Comunicação e Jornalismo, e especialista em Direito da Comunicação Social, enfatizou sobre como o celular deve ser usado no ambiente de trabalho, especialmente para evitar advertências, suspensão ou mesmo demissão por justa causa. “É importante ressaltar que sempre o colaborador precisa usar o bom senso e não transmitir informações confidenciais da empresa para terceiros”, explicou Thiago.

Noturno

À noite Thiago Jácomo retornou à Instituição para palestrar aos alunos desse turno. Quem também compartilhou novos conhecimentos com os acadêmicos foi Thiago Camargo Lopes que falou sobre: “Impacto do Marco Civil e da Pressão Exercida em Redes Sociais sobre os Direitos Fundamentais”.

Em entrevista à Rádio TV Web da Instituição, Thiago Camargo explicou, por foto_saber2exemplo, porque já aconteceu no Brasil casos em que a justiça determina o bloqueio do aplicativo Whatsapp e o bloqueio cai em tempo inferior ao previsto. “Milhares de pessoas ficam prejudicadas, inclusive financeiramente falando, por causa de uma ação”, resumiu.

Por meio de videoconferência, o professor Fabrício da Mota Alves, expôs sobre: “Marco Normativo de proteção de dados pessoais”.

 

Fonte: Letícia Brandão  – Assessora de Imprensa da Faculdade Cambury

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